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Greve na UFPI é legítima e continua forte


Nessa segunda-feira (13), a Associação dos Docentes da Universidade Federal do Piauí (ADUFPI), realizou uma nova assembleia para discutir sobre os encaminhamentos da greve da categoria.

De acordo com a professora Valéria Silva, integrante do Comando Local de Greve-UFPI, os professores decidiram pela continuidade do movimento grevista, bem como pela intensificação do movimento, a fim de que o governo reabra as negociações com a categoria.

“Não aceitamos o acordo assinado entre o governo federal e o Proifes, pois a reestruturação da carreira e as melhorias na condição de trabalho não foram atendidas. Iremos intensificar as atividades da greve para forçar o governo a reabrir as negociações com os docente”, afirmou Valéria Silva.

Em protesto contra reunião do Conselho Universitário da Universidade Federal do Piauí para definir um novo calendário acadêmico, agendada para esta quinta-feira (16), a ADUFPI realizará uma Assembleia Comunitária no mesmo dia pedindo a reformulação do calendário acadêmico.

A assembleia que teve início dia 09, continuará nesta terça-feira (14), a partir das 15h, no auditório da ADUFPI, onde será construída uma contraproposta a ser apresentada ao Comando Nacional de Greve para a reabertura das negociações com o governo federal.

Segundo o presidente da ADUFPI, Mário Ângelo, “os professores estão dispostos a enfrentar a intransigência do governo” e continuar a paralisação que já dura 89 dias.

“Na assembleia geral os professores expressaram sua indignação com administração superior da UFPI em ter publicado uma nota do MEC com informações distorcidas, que levavam à compreensão do final da greve. A divulgação desta nota pela Reitoria desconsiderou os resultados das assembleias de professores de diversas instituições do país, que majoritariamente refutaram os termos do acordo e aprovaram a continuidade e intensificação da greve”, destacou o presidente da ADUFPI.

Antes da reunião os professores realizaram o “Barulhaço da Greve”, no pórtico da UFPI, onde foi distribuída uma carta à população e a comunidade acadêmica explicando a manutenção da greve na universidade.

Assessoria da ADUFPI
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