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Sucessão estadual para 2014

Jânio Holanda
Mais um novo quadro está sendo desenhado para a formação de chapas para as eleições estaduais vindouras no Piauí. E olhem que entre os prováveis pré-candidatos ao governo (de acordo com as rodas políticas e a imprensa) aparecem nomes que ainda não figuraram em listas de concorrentes em eleições anteriores para o Palácio de Karnak.

Comenta-se que, por ser candidato natural à reeleição, o vice-governador Zé Filho (caso o atual governador se descompatibilize do cargo para concorrer ao senado) será um desses nomes, bem como o senador Ciro Nogueira. Figura também na lista de comentários os nomes dos senadores João Vicente e Wellington Dias, porém, estes, já concorreram em pleitos passados. Vale lembrar, no entanto, os quatros marcham em siglas partidárias diferentes.

O vice-governador Zé Filho (PMDB) e pré-candidato em 2012 é um dos poucos que fala seguramente em viabilizar seu nome para encabeçar uma chapa majoritária nas eleições estaduais, (conforme o governador se afaste do cargo, repito). Para isso, ele não “trabalha em cima de hipóteses” que, por acaso, lhe distancie do maior cabo eleitoral de Teresina: o PSDB, com o apoio do prefeito Firmino Filho.

Já os demais para defender suas candidaturas apenas dizem que estão capacitados para o exercício de qualquer cargo público. Que o trabalho que realizam os credencia a serem escolhidos para representar o partido na indicação da candidatura ao governo.

De certo é que as alianças a serem construídas para as eleições estaduais dependem de muita coisa. Alguns acreditam que o senador Wellington Dias será candidato. Já outros têm a convicção que o senador não será candidato por causa da derrota nas eleições municipais realizadas recentemente, o que poderia queimar seu futuro político.

Sabemos que o pleito só acontece em 2014, por isso nenhum deles com exceção do vice-governador Zé Filho, veio ainda a público dizer concretamente que irá concorrer, falam apenas nas entrelinhas. Os peemedebistas necessitam buscar um novo direcionamento que possa orientar os rumos do PMDB no Estado.

O Partido teve resultado razoável nas eleições municipais e, neste momento, precisa analisar as questões que podem permitir que continue ocupando um lugar de destaque no Estado. Mesmo assim ainda é a terceira maior força eleitoral piauiense: 35 prefeitos, 29 vice-prefeitos e quase 300 vereadores.

Portanto, 2014 é a hora e a vez do PMDB reconquistar o assento na cadeira principal do Palácio de Karnak. Esperemos, então, que os outros pretensos candidatos e como homens, elementos de transformação social, exercitem sua cidadania, nas suas respectivas agremiações políticas com a devida atenção que o povo merece.

Jânio Holanda – Jornalista
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