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“Juventude, caminhos a seguir”

Artigo de autoria de Rafael Leite – Estudante Universitário

Rafael Leite

"A vida é para poucos um longo período aqui na terra, para muitos digamos que é uma rápida passagem, bom, quem nos somos para decidirmos o quanto ficar aqui? Que espécie de animais nos somos, que brincamos de inventar a morte e nunca conseguimos inventar a vida? Que espécie de seres nos somos que cria comodidades e facilidades todos os dias, mas somos incapazes de controlar a nossa própria vida. Drogas, um exemplo da decadência, não esperem vocês que o poder publico vá conseguir acabar com esse mal que atinge boa parte das famílias brasileira. Mídia, bom os meios midiáticos a exemplo da televisão, radio, internet, fazem você acreditar que alguém ou algum órgão “competente” esta com total controle, mentira! Apenas querem que você acredite, ou melhor, dizendo, eles querem que você acredite que as instituições: Estado e Justiça não são órgão falidos, a verdade é que nem mesmo a instituição: Família é capaz de segurar seus filhos dentro do que há muito tempo atrás se chamava de educação familiar. Hoje pela manhã assisti a um noticiário que mostrava um jovem que havia sido morto por conta das drogas, bom é nesse momento que eu volto a afirmar que o poder é absolutamente paralelo, jovem matam jovens, não porque são pessoas de má índole, mas pelo simples fato de serem guiados por um ser superior que com o passar dos anos, tomou o espaço da instituição Família. As drogas avançam com rapidez em todas as classes sociais, basta de hipocrisia em dizer que drogas é coisa de “favelado”, o jovem que matou o outro é de classe media alta e ai eu pergunto a vocês por que o estado só passou a se manifestar quando esse câncer da sociedade (drogas) passou a atingir classes sociais digamos, mais consideráveis? Porque que pleno o século XXI, ainda achamos que a culpa é sempre dos mais pobres, dos “favelados”, a verdade é que esse tal povo pobre ai foram os primeiros a sofrerem lá atrás quando o estado se omitia ou manipulava as mídias fingindo que nada estava acontecendo, hoje o seio da sociedade “rica” chora e derrama as mesmas lagrimas que a pobre mãe de um jovem da comunidade. Droga é um mal a todo tipo de sociedade, não quero aqui dizer que não há mais jeito para combater tal problema, pelo contrario, ter a consciência de que o problema é universal já é o começo, de nada adianta combater as drogas lá nos bairros dos “bacanas” se ela ainda impera nas comunidades, precisamos tratar jovem como adultos, pois em países que impõe respeito, jovens que votam já são responsáveis pelos seus atos, o mal do Brasil é tratar bandidinhos recém saídos das faculdades da malandragem como inocentes incapazes de responder pelos seus próprios atos, matam, roubam, sequestram e nos que pagamos um absurdo para que o falido sistema tente reabilitar nossos “filhos” que por cima de tudo intitulamos de “O futuro da nação”."


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